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Por que ansiedade e depressão são tão comuns entre os adolescentes?

Foto: Pexels
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A etapa da adolescência é um processo desafiador, uma fase de diversas descobertas, de crescimentos e de uma busca incessante pela própria identidade. É um momento de diversas transformações hormonais, corporais e emocionais. Por outro lado, é o período em que surgem os dois fatores que impulsionam as taxas de depressão no público mais jovem: a insegurança consigo mesmo e a pressão, que vem de todos os lados.


Segundo a revista do Instituto Humanitas Unisinos, a IHU on-line, o Brasil figura entre os países mais ansiosos do planeta e, com a pandemia, este índice se agravou ainda mais. Além disso, “no Brasil, segundo uma pesquisa realizada pela USP, uma em cada quatro pessoas de até 19 anos apresentou ansiedade e depressão durante a pandemia a níveis clínicos – ou seja, precisou procurar especialistas”, afirma a publicação.


Porém, no contexto da era digital, o que agravou os transtornos mentais não foi apenas a pandemia em si, mas também questões relacionadas à onipresença das redes sociais, às dificuldades de convivência em grupos, às tribulações familiares e às crises mundiais, que contribuem para essa aflição.


Outros agravantes para essa angústia é o sentimento de solidão, que atualmente reflete na diminuição de atividades em grupo, na saúde emocional e psicológica e na falta de socialização entre os adolescentes.


O que piora os sintomas de depressão e ansiedade é a grande situação estressante que o mundo se encontra, ao viver guerras, diversas situações climáticas drásticas e crises econômicas. A insegurança alimentar, o desemprego, a crise política e falta de perspectivas para o futuro também se tornaram tópicos que contribuem para a tristeza juvenil na sociedade atual.


Confira a reportagem completa desta quarta-feira, 17 de dezembro de 2025, na Revista Entreverbos.

 

 
 
 

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