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Extra! Extra! Jornalismo Uninter é nota máxima do MEC



Primeiro curso de graduação a distância do Brasil ofertado na área, o bacharelado em Jornalismo da Uninter é nota 5, o conceito máximo do Ministério da Educação (MEC). O resultado da avaliação, realizada entre os dias 5 e 7 de junho de 2023, é fruto “do esforço dos docentes, empenhos dos estudantes que compreendem a importância da formação profissional e também das condições dadas pela instituição”, garante o coordenador, Guilherme Carvalho.


“A proposta do curso é inovadora não apenas por ser um curso a distância, mas porque visa à formação de profissionais para atuar em diferentes áreas do jornalismo: impresso, digital, televisão, rádio e assessorias, com olhar convergente, pensando nas relações entre as diferentes mídias, mas, sobretudo, priorizando a qualidade da produção jornalística”, salienta o coordenador.


A modalidade EAD não se destaca apenas pela flexibilidade e otimização do tempo, mas também democratiza o conhecimento. Primeiro formado no curso, ainda em 2020, Valdecir Bressani precisava conciliar os estudos com o trabalho desenvolvido na direção do grupo de comunicação RBJ, direção e edição da Revista Olhar Diocesano e, como padre, na atuação da missão eclesial. Quando ingressou, a Uninter era a única que oferecia o Jornalismo a distância na cidade de Francisco Beltrão (PR), onde reside.


“A qualidade de ensino, a estrutura oferecida, a pedagogia aplicada e a seriedade e compromisso exigido de nós alunos, foram fundamentais para que eu pudesse cursar minha terceira graduação com a qualidade que o meu trabalho exigia em termos de qualificação profissional”, afirma.


Como também já possuía a formação em Filosofia e Teologia, além do mestrado em Comunicação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Valdecir tinha algumas exigências e afirma que o curso proporcionou a capacitação e qualificação que precisava para responder aos desafios junto aos “mais de 60 profissionais que fazem parte da equipe em suas diferentes praças”.


“O que marcou ao longo do curso foi a seriedade e responsabilidade da instituição e, por conseguinte, exigida de nós estudantes (…). Sem a graduação, certamente eu estaria desconectado da realidade atual, que exige muito de empresas e comunicadores que estejam comprometidos com um modelo de comunicação que seja ético, profissional e que possa contribuir com a sociedade”, acrescenta o comunicador.


A estudante Alanna Della Possa, do polo da Uninter em Ponta Grossa (PG), sempre teve o desejo de cursar Jornalismo, mas quando prestou o primeiro vestibular, a obrigatoriedade do diploma foi retirada. A frustração a levou para a graduação Letras, na Universidade de São Paulo (USP), finalizada em 2013. No entanto, a vontade, que ficou escondida, ressurgiu durante a pandemia.


“Pesquisei no Google algumas opções EAD e comparei minuciosamente a grade curricular. A da Uninter era, sem dúvidas, a mais completa (…) eu que participo de muitas coisas, vejo o quanto os professores realmente se esforçam para que os alunos tenham a melhor experiência possível com o curso. Acredito ser uma vitória para a equipe [a nota máxima] e, claro, para todos nós alunos que teremos um peso ‘extra’ nos nossos diplomas”, afirma.


Desde o primeiro mês de curso, em 2021, Alanna participa do projeto de extensão Uninter Informa. A estudante entrou como bolsista no Programa de Iniciação Científica (PIC) no início deste ano e também está tendo a experiência como uma Uninter Student Global Ambassador. De acordo com ela, o contato com os professores e tutores “desempenhou um fator fundamental para que pudesse ingressar nessas oportunidades”.


Alanna atuava como professora de inglês há 13 anos. Dois meses atrás, deixou a escola e começou a estagiar no setor de comunicação da Continental.

“A Uninter me possibilitou vivenciar o Jornalismo mesmo não trabalhando na área. Com os projetos de extensão, por exemplo, eu pude aprender na prática como formular uma reportagem de diferentes editorias. E isso foi o que me preparou para melhor desempenhar minhas funções no estágio. Eu sinto que já tinha experiência e pude realizar algumas tarefas com mais facilidade”, conta.


A estudante salienta que a modalidade a distância não compromete em nada a formação e nem torna a conquista do diploma mais fácil, “muito pelo contrário”. “Eu já cursei uma faculdade presencial e federal e não sinto que tive tantas oportunidades e proximidade com meus professores e colegas como na Uninter, e por isso sou extremamente grata. Não poderia estar mais contente com aquela escolha feita em 2021”.


O egresso Paulo Pessôa, vinculado ao polo da Uninter em Campinas (SP), se formou em janeiro deste ano e já está como bolsista CAPES no mestrado em Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Paulo afirma que sentiu todo o reflexo da nota do MEC durante a experiência acadêmica.


“Desde a ementa do curso, as atividades ofertadas, os grupos de pesquisa, os projetos laboratoriais, que sempre faço questão de reforçar o quão são importantes para já sairmos da graduação com um portfólio. Esse é um ponto muito diferencial para muita universidade”, comenta Paulo.


O egresso destaca principalmente os projetos laboratoriais e o estágio que realizou na Agência Mediação, que deram a oportunidade de colocar em prática tudo o que via nas aulas teóricas. Assim como a atenção que a graduação dá à produção científica. Com experiência em outras instituições e em conversa com colegas de profissão, diz que só viu na Uninter essas preocupações. E foi o que o alavancou para o mestrado.


“Minha pesquisa é continuação de um recorte que fiz durante a produção do meu TCC na Uninter. Quero entender, dentro da produção jornalística, como é feita a seleção atual das fontes, já que isso pode influenciar diretamente o consumo de informação e o quadro comunicacional, principalmente para combater desinformação, que é o que eu tenho interesse. Acho essencial rever certos conceitos, para aprimorar futuros trabalhos do profissional jornalista e melhorar no combate à desinformação na área, uma grande dor de cabeça dos profissionais e pesquisadores contemporâneos”, explica.


A qualidade reflete em uma formação que transforma a vivência dos alunos. “Ter o diploma em mãos é muito bom, mas vale muito mais quando você consegue ver que aproveitou o máximo que a graduação poderia ofertar”, destaca Paulo.


O coordenador ressalta que o curso de Jornalismo da Uninter procura ir além da oferta do curso para a formação, o objetivo é ajudar a melhorar o jornalismo, “formando pessoas com senso crítico e capazes de oferecer soluções e alternativas ao mercado e à sociedade”. E os resultados disso aparecem na qualidade dos trabalhos dos estudantes, na boa taxa de empregabilidade dos egressos e em avaliações externas, como a de reconhecimento do curso.


“É o que nos permite dizer que somos o melhor curso de Jornalismo EAD do Brasil”, declara.


Autor: Nayara Rosolen (Central de Notícias Uninter)

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