A arte reborn e como essa tendência influencia as pessoas
- Vitória Abranoski
- 22 de abr.
- 1 min de leitura

A técnica de transformar uma boneca em um bebê realista, tem ganhado muita notoriedade nos últimos anos, porém nem sempre de maneira positiva. Popular entre mulheres adultas, celebridades e até crianças, a chamada arte reborn desperta fascínio, mas também levanta questionamentos sobre seus impactos psicológicos e sociais.
Para especialistas das áreas de antropologia, filosofia e psiquiatria, o hábito de colecionar, brincar ou até tratar esses bonecos como filhos revela um fenômeno contemporâneo complexo.
Se, por um lado, pode funcionar como estratégia de conforto emocional, por outro lado, também pode indicar solidão, carência afetiva, dificuldade de lidar com frustrações e certa desconexão com a realidade.
Outro ponto a ser destacado é o impacto econômico que o reborn representa. O mercado de bebês reborn no Brasil movimenta cerca de R$ 20 milhões por ano, principalmente impulsionado pelo “capitalismo emotivo”.
Confira a reportagem completa desta quarta-feira, na Revista Entreverbos.





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