Bienal do Livro foi marcada por combate à censura, diversidade e espaço exclusivo para crianças


A Bienal do Livro do Rio de Janeiro foi marcada pelo apoio à liberdade de expressão, com debates sobre a censura de obras com temáticas LGBT, disputa judicial para impedir a apreensão de livros e, pela primeira vez em 38 anos, espaço exclusivo ambientado numa floresta de contos de fadas, para o público infantil.

Com um público de mais de 600 mil pessoas, o evento que aconteceu entre os dias 30 de agosto e 08 de setembro no Riocentro, teve um bom resultado somando mais de 4 milhões de livros vendidos. Nos dez dias de evento, a feira se fortaleceu entre polêmicas e manifestações contra a censura.

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, determinou o recolhimento de um romance gráfico que apresentava a imagem de dois personagens masculinos se beijando. Segundo Crivella a obra seria imprópria para crianças e adolescentes.

Veja a edição completa do Comunicarte produzida pelo estudante Genner Neves.

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